Região de Águeda | 30 Abril 2014
quarta-feira, 30 de abril de 2014
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domingo, 20 de abril de 2014
quarta-feira, 16 de abril de 2014
sábado, 12 de abril de 2014
Reportório Osório no Fila 3
Entrevista Reportório Osório com Luís Fernandes e Sónia Sobral no programa Fila 3 de Rui Santos, na Antena 3.
Fila 3 [Antena 3] | 12 Abril 2014
sexta-feira, 11 de abril de 2014
quinta-feira, 10 de abril de 2014
quarta-feira, 9 de abril de 2014
segunda-feira, 7 de abril de 2014
“Reportório Osório” subiu ao palco do Centro de Animação Cultural
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O
espectáculo “Reportório Osório” apresentou-se ao público de Mortágua no
passado dia 2, integrado no tour nacional de lançamento do CD. “Canções
do Umor”.
Tratou-se de mais um
espectáculo promovido pelo Município, no âmbito do programa de animação
cultural “Noites Quentes”, cuja temporada tem vindo a decorrer desde o
passado mês de outubro
Reportório
Osório conta com Luís Fernandes (Voz e Interpretação), Sónia Sobral
(acordeão) e músicas da autoria de Luís Cardoso. É um espectáculo feito
de canções e humor, em que o fio condutor são os problemas dos homens na
suas relações com o sexo oposto.
Reportório
Osório transforma, de forma irónica, o quotidiano das relações
afectivas em canções. As personagens masculinas de Reportório Osório
ganham vida própria em cada um dos temas. Há o Amândio (alguém que fica
indefinidamente assim), o Augusto (que não sabe como sair da sua relação
com a namorada), o Orlando (um homem criativo e de meias palavras), o
Eugénio (um desgraçado vítima de exploração doméstica), o Gervásio (que
chega sempre tarde a casa por causa das tainadas), o Ernesto (que é um
homem modesto e honesto), o Jeremias (que tem os seus fetiches), o
Felisberto (que afinal tinha tudo para ser feliz), entre outros.
Histórias quase sempre íntimas, do dilema ao dilúvio em poucas estrofes.
As letras e a teatralidade da interpretação dão um cunho humorístico ao espectáculo, que vive muito da interacção com o público.
“São
histórias que nasceram da minha cabeça mas é algo da nossa observação
do quotidiano, daquilo que passamos, vimos, sentimos, ouvimos, que nos
contam. É cantar e contar historias de personagens que em qualquer
momento podem ser um de nós”.
Músico
de formação, Luís Fernandes referiu que o principal desafio foi
encontrar o fio condutor para as músicas que já existiam. Falar sobre os
homens e das sua relações (ou ralações) com as mulheres foi esse fio
condutor que uniu a lógica de todas as canções.
“Se
há coisa que não falta aos homens são problemas e problemas
sentimentais em particular”, conta. O resultado final é um produto de
humor inteligente, subtil e irónico, que faz rir da desgraça masculina
com “graça”
Segundo Luís Fernandes,
as pessoas podem reagir de diferentes maneiras ao espectáculo. “Há
pessoas que procuram acompanhar essa ideia das histórias tenebrosas que
ali estão a ser contadas, outras procuram encontrar a ironia dessas
histórias tão desgraçadas.
O
espectáculo estreou em meados do ano passado e tem andado em digressão
por várias salas do país, recebendo excelentes críticas. “Temos ficado
entusiasmados com a receptividade do público nos sítios por onde temos
passado”, conta.
No final, o público
aplaudiu de pé os intervenientes, reconhecendo a qualidade artística do
espectáculo e agradecendo os bons momentos de diversão e boa disposição
proporcionados ao longo de mais de uma hora.
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Município de Mortágua | 7 Abril 2014
domingo, 6 de abril de 2014
REPORTÓRIO OSÓRIO | Discurso Direto

Reportório Osório é a mais recente criação d’Orfeu. "Canções com Umor" é um disco que chega ao mercado com edição d'Eurídice.
Esta aposta do braço editorial da d'Orfeu, conta com produção,
gravação, mistura e masterização de Rui Oliveira e ilustrações, direcção
editorial e grafismo de Léa López. O projecto começou a apresentar-se
ao vivo em meados do último ano, tendo obtido o 1º Prémio do Festival
INATEL 2013 e realizado cerca de uma dezena de apresentações, acolhendo
as primeiras excelentes críticas e fazendo seguidores pelo país. Luís
Fernandes, apresenta em "Discurso Direto" as "Canções de Umor", uma colecção de canções, um desfiar de histórias pessoais no masculino, quase sempre íntimas.
Portugal Rebelde - Depois d´Os
Toques do Caramulo, esta é a mais recente criação d´Orfeu. Como é que
surgiu a ideia para este Reportório Osório?
Luís Fernandes - Surgiu a
partir de músicas do compositor Luís Cardoso, então concebidas para uma
fanfarra de sopros e para um espectáculo instrumental que nunca chegou à
cena. A minha convivência com uma gravação de ensaio levou-me ao
atrevimento de escrever letras para essas músicas, que eu achava e acho
magistrais. Daí ao fio condutor, em que personagens masculinos discorrem
os seus problemas afectivos, foi um ápice. E ao humor dessas pequenas
desgraças caseiras juntou-se o acordeão da Sónia Sobral, o perfeito
contraponto tanto aos homens do Reportório Osório como à ideia de uma
música sofisticada não o parecendo.
PR - Neste projecto estreias-te como letrista. Queres falar-nos um pouco desta tua nova faceta?
LF - Sempre usei as palavras
de forma criativa, às vezes mesmo em contextos formais. Embora músico de
formação, fui desenvolvendo uma componente teatral nos projectos
artísticos que me levou para um universo em que o texto é também um
instrumento. Foi com alguma surpresa que me dei conta do potencial
destas canções, escritas de forma absolutamente espontânea e que, à
partida, para mais não serviriam que partilhar em rodas de amigos. Fui
vencido e convencido pelas canções.
PR - De que é que nos falam estas “Canções de Umor”?
LF - De um punhado de homens,
cada qual com o seu identificado nome, mais os seus problemas
afectivos. Usando as desgraças do amor para chegar às graças do humor.
Perdendo o "h" pelo caminho, que não aceitou continuar mudo.
PR - Numa frase apenas – ou talvez duas – como caracterizarias este disco?
LF - Tal como no espectáculo
ao vivo, este disco é uma colecção de canções, um desfiar de histórias
pessoais no masculino, quase sempre íntimas, do dilema ao dilúvio em
poucas estrofes. Mas é também um objecto fantástico, gravado pelo Rui
Oliveira e ilustrado pela Léa López, numa edição - mais uma - da
d'Euridice, o braço editorial da d'Orfeu.
PR - As “Canções de Umor” estão
na estrada com uma tour nacional de 15 concertos. Como é que o público
tem reagido a estas canções?
LF - Lindamente. Andamos a
percorrer uma diversidade de espaços, de auditórios a café-concerto,
pelo que os públicos são também muitos distintos. E isso é uma riqueza
pois, nesse contacto com tanta gente diferente, o espectáculo cresce e
as canções conquistam sempre mais admiradores. Ou, pelo menos, quem se
identifique com elas. E isso não falta.
PR - Reportório Osório vem provar
que as relações afetivas podem e devem tratar-se com “umor”. Este, é um
disco de canções irónicas ou heroicas?
LF - O heroísmo é uma ironia.
Portugal Rebelde | 6 Abril 2014
quinta-feira, 3 de abril de 2014
quarta-feira, 2 de abril de 2014
terça-feira, 1 de abril de 2014
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