Região de Águeda | 27 Agosto 2014
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quarta-feira, 27 de agosto de 2014
quarta-feira, 19 de março de 2014
EP Contracorrente na FolkWorld
Contracorrente "Contracorrente"
d'Orfeu, 2014
© Karsten Rube
d'Orfeu, 2014
Fünf Lieder des Widerstands haben die portugiesischen Musiker unter
dem Begriff Contracorrente (Gegenstrom) gestellt. Mit Widerstandsliedern
kann man heute sicher ganze Compilations füllen, doch der Band genügen
fünf aussagekräftige Lieder, um das Thema ausreichend zu präsentierten.
Sie beginnen mit dem Lied "El derecho de Vivir en Paz" des chilenischen
Gitarristen Victor Jara. "A morte saiu à rua" des portugiesischen
Fadosängers José Afonso folgt in einer sehr schönen Version, die der von
Cristina Branco auf ihrer dem Künstler gewidmeten CD "Abril" sehr nahe
kommt. Als politischer Künstler verstand sich ebenfalls der Baske Mikel
Laboa, dessen Lied "Txoria Txori" als Drittes folgt. Selbstverständlich
darf ein Beitrag der Argentinierin Mercedes Sosa nicht fehlen. Hier ist
es "Cancion del Derrumbe Indio". Den Abschluss macht "Marié Alta" von
Sergio Godinho, der noch heute 40 Jahre nach der Nelkenrevolution vom
25. April 1974 sehr beliebt ist. Die CD zeigt, dass Lieder des
Widerstandes nicht ausschließlich im Stil eines Kampfmarsches gesungen
werden müssen.
© Karsten Rube
FolkWorld | Março 2014
sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014
sábado, 1 de fevereiro de 2014
quarta-feira, 29 de janeiro de 2014
Resistir com os Contracorrente
Dos palcos para o disco, numa curta mas intensa homenagem à música de
intervenção e aos seus autores. É assim o disco de estreia dos Contracorrente, um EP homónimo lançado em fins de 2013 com selo da d’Eurídice.
Um disco que traz para a actualidade nomes e sons da resistência, da
liberdade, temas como “A morte saiu à rua” de José Afonso, “Maré Alta”
de Sérgio Godinho, “Txoria Txori” do basco Mikel Laboa, “Canción del
Derrumbe Índio” do argentino Fernando Figueredo Iramain e “El derecho de
vivir” do chileno Victor Jara. Mas não se trata de uma mera recordação,
é antes a assumpção da intemporalidade destes cinco temas e das
realidades que abordam. Como tudo continua a fazer sentido. Mais ainda
quando se sente a entrega e a sinceridade com que o grupo formado
por Sara Vidal (voz), Miguel Calhaz (contrabaixo), Gil Abrantes
(saxofone), André Cardoso (guitarra), Rui Silva (percussão) e Manuel
Maio (bandolim, violino e direcção musical) se entrega à música. Dos
palcos para o disco, com talento, numa intensidade que se mantém
intacta. É hora de resistir com os Contracorrente na alma.
Blog A Trompa | 29 Janeiro 2014
sábado, 18 de janeiro de 2014
CONTRACORRENTE | Discurso Direto
Dos
palcos para o disco, Contracorrente lançou no final de 2013 o seu
primeiro registo discográfico, sob a chancela da d'Eurídice. O
espectáculo da d'Orfeu faz homenagem à música de intervenção mundial,
reunindo no seu primeiro EP homónimo cinco emblemáticas músicas,
incluindo o tema "A morte saiu à rua". Hoje a "remar contracorente", é
minha convidada Sara Vidal, a voz do projecto Contracorrente.
Portugal
Rebelde - A edição do EP “Contracorrente” tem como objetivo primordial
resgatar da memória e reivindicar para a atualidade algumas das músicas e
vozes da resistência que marcaram a História do séc. XX?
Sara Vodal - O
EP é apenas uma pequena amostra do espectáculo Contracorrente, que
nasceu no seio da d'Orfeu Associação Cultural com um impulso muito
conceptual sobre a actualidade da música de intervenção mundial, não
somente portuguesa. Há essa preocupação de resgatar a memória histórica
através das músicas que tocamos e de fazermos uma homenagem aos seus
compositores e cantores, mas paralelamente inspiram-nos a reflectir como
ainda hoje elas fazem sentido, isto é, têm mensagens e reinvindicações
muito actuais.
PR
- “A morte saiu à rua”, um original de José Afonso é um dos 5 temas que
compõe este disco. Em 2013 esta canção foi galardoada com o Prémio
Adriano Correia de Oliveira no Festival Cantar Abril, atribuído à melhor
recriação de canções de resistência. Quer falar-nos um pouco da
importância desta canção para o coletivo Contracorrente?
SV -
O reportório de Contracorrente foi concebido como uma viagem por vários
países, culturas e idiomas, em que cada tema aborda um determinado
conceito, como a Liberdade, o direito das Mulheres, a ditadura, a luta
dos povos indígenas, entre outros. No caso da música “A morte saiu à
rua”, é uma evocação a todas as vítimas do regime salazarista, porque
fala concretamente sobre o pintor José Dias Coelho, que foi assassinada
pela PIDE a 19 de Dezembro de 1961. O nosso arranjo também faz uma
pequena ponte com o “Cantar Alentejano”, recordando Catarina Eufémia,
também ela assassinada pelas forças do regime fascista. Então, por toda
esta carga simbólica e a mensagem que lhe é inerente, é um tema que tem
uma força particular.
PR - Podemos afirmar que o EP “Contracorrente” é um “manifesto” de que ainda hoje, resistir é uma forma de existir?
SV -
Sem querer ser um panfleto partidário, pretendemos despertar essa ideia
de que todos nós somos partícipes da nossa sociedade e que também temos
a responsabilidade de mudar as coisas para melhor. Se queremos
salvaguardar os nossos direitos, temos a obrigação de não calar as
injustiças, de sermos solidários e de trabalharmos em conjunto para
encontrar soluções. Não basta criticar os políticos nas conversas de
café e não pode ser o “salve-se quem puder”.
PR - Odete Ferreira, escreve no press release deste EP, que “cantiga é mina que mata. É remo contracorrente”. É mesmo assim?
SV -
O poema (lindíssimo!) de Odete Ferreira retrata muito bem o espírito de
Contracorrente e, sem dúvida, que a cantiga, a música, é um veículo de
expressão com muita força, através do qual podemos denunciar, criticar,
reinvindicar ou mesmo enaltecer muitas situações. Se durante os regimes
fascistas do século passado havia a necessidade de o fazer mais
subtilmente, hoje em dia podemos fazê-lo de forma mais directa, mas
sempre sem perder esse poder comunicativo que a cantiga tem.
PR - Para terminar, depois da edição deste disco, podemos esperar que continuem a remar contracorrente?
SV -
Acima de tudo, esperamos que venha uma maré alta de prosperidade e
justiça social, mas certamente que continuaremos a remar e a recriar
novas músicas. Quem quiser juntar-se à tripulação, pode acompanhar-nos
na nossa página web www.dorfeu.pt/contracorrente.
Portugal Rebelde | 18 Janeiro 2014
sábado, 11 de janeiro de 2014
sábado, 21 de dezembro de 2013
sexta-feira, 20 de dezembro de 2013
quarta-feira, 18 de dezembro de 2013
quinta-feira, 18 de julho de 2013
quarta-feira, 17 de julho de 2013
quinta-feira, 9 de maio de 2013
quarta-feira, 8 de maio de 2013
segunda-feira, 6 de maio de 2013
sexta-feira, 3 de maio de 2013
Contracorrente na RDP internacional
Contracorrente em destaque na RDP internacional por ganhar o Prémio Adriano Correia de Oliveira 2013.
RDP internacional | 3 Maio 2013
quinta-feira, 2 de maio de 2013
quarta-feira, 24 de abril de 2013
Entrevista Contracorrente na RUA
Entrevista a Sara Vidal na Rádio Universitária do Algarve sobre concerto "Contracorrente" em Tavira.
RUA | 24 Abril 2013
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